Fácil é colocar a culpa no pobre imbecil do estudante. Uma geração de burros alienados totalmente despreparados não se cria sozinha. A culpa é dos pais. Sim, os animais super-protetores que querem dar para as crias tudo que nunca tiveram, também tiram delas o mínimo de senso do mundo real. O resultado é uma legião de babacas com um sorriso no rosto, um diploma embaixo do braço, e um monte de estrume dentro da cabeça... mas só os pais não seriam capazes de fazer tanto excremento. Não. Ainda tem os grandes centros formadores de gênios e talentos prodígios: AS UNIVERSIDADES.
Antigamente, quando as pessoas eram educadas e politizadas, era mais do que normal que o filho seguisse o caminho do pai. Se o pai fosse um profissional de sucesso em determinada área, o filho já desde cedo era instruído a conhecer o negócio do pai, para que pudesse assumí-lo e manter o nome, situação financeira e dignidade da família. Com o passar dos anos, os filhos foram encorajados a fazer o que gostavam, para que fossem profissionais felizes e consequentemente, de sucesso. Hoje, os bitoladinhos são encorajados a ter um diploma. E só.
Antigamente, quando as pessoas eram educadas e politizadas, era mais do que normal que o filho seguisse o caminho do pai. Se o pai fosse um profissional de sucesso em determinada área, o filho já desde cedo era instruído a conhecer o negócio do pai, para que pudesse assumí-lo e manter o nome, situação financeira e dignidade da família. Com o passar dos anos, os filhos foram encorajados a fazer o que gostavam, para que fossem profissionais felizes e consequentemente, de sucesso. Hoje, os bitoladinhos são encorajados a ter um diploma. E só.

O resultado não poderia ser diferente de excelentes cantores dando aulas de economia, engenheiros administrando empresas, arquitetos escrevendo livros, bombeiros publicitários... Uma coisa que JAMAIS esqueço é o que minha mãe sempre disse: "Seja o melhor naquilo que faz. Não importa se seja um jardineiro, um engenheiro ou um ladrão. Faça de tudo para ser o melhor, porque o medíocre é quem não tem futuro, não importa onde seja". Tenho certeza que ela ainda não parou pra olhar o que aconteceu com os ex-alunos dela, que hoje com certeza são mais um monte de bostas competindo à tapas por empregos sem futuro e de salários baixos.
Os pais, idiotas, ficam cheios de pompa e orgulho, com a língua pulsando pra contar a alguém o quanto o seu pimpolho está bem na vida, exercendo um incrível ofício no qual é diplomado, ou até mesmo mestrado, mesmo que seja um trabalho medíocre, repetitivo e que qualquer macaco treinado também conseguiria fazer. E o que EU vejo e me enche de nojo e repulsa, é justamente esse despautério de que um diploma torna você alguém melhor. O diploma é uma porra de um papel que já teve seu valor, quando as instituições de ensino tinham qualidade, os professores tinham competência e os alunos não eram crianças assustadas com muito conhecimento sobre bosta nenhuma, e nenhum conhecimento sobre o que realmente importa: a vida.
Hoje, qualquer pusilânime entra em qualquer faculdade, estuda de qualquer jeito e sai com um diploma na mão. Ele não sabe o que fazer com aquilo, mas o papai sim, sabe como se gabar. As monografias e trabalhos de conclusão de curso são a melhor forma de se perder tempo mostrando como o sistema de educação brasileiro está na sujidade. Um TCC deveria ser uma amostra do que o aluno aprendeu durante os anos de curso que fez... mas preste bem atenção aos trabalhos e verá que: ou os alunos estão cada vez mais disparatados, ou as universidades estão cada vez mais merdosas, ou simplesmente as bancas são compostas justamente por um bando de outros imbecis diplomados e despreparados para a função.
Um Trabalho de Conclusão de Curso deveria ser algo ÚTIL. Deveria colocar em prática o que o aluno aprendeu, de modo a mostrá-lo os erros e dificuldades do mercado de trabalho em que está entrando. DEVERIA. Na prática, os TCC's são um ajuntamento bibliográfico baldado, no qual a banca, composta por pessoas que DEVERIAM ter alguma serventia, divertem-se em um prazer mórbido no único momento de suas vidas medíocres em que conseguem parecer mais importantes do que realmente são, e fixam-se apenas em ter certeza de que o aluno seguiu ao pé da letra as normas técnicas (que na verdade não passam de GUIAS para padronização, e não uma regra nazista imutável onde qualquer fuga é castigada com desconto de nota) e citou todas as fontes bibliográficas, apenas replicando, como um carimbo velho, um conhecimento tolo e desnecessário sobre algo que já se sabe.
Com base nesse sistema, as bancas limitam o aluno a ser um emburrecido que pode fazer QUALQUER porcaria, desde que cite todas as fontes bibliográficas de autores conhecidos (independentemente da ausência de inteligência destes) e siga ao pé da letra as normas técnicas especificadas. O aluno, por sua vez, faz exatamente o que se espera: é meão. Seus trabalhos são compostos por temas vazios, idéias ultrapassadas, assuntos desgastados e pesquisas inúteis que já foram feitas há anos sobre assunto que ninguém saber, ou trabalhos quase infantis, mostrando que ou a faculdade não tem nada a acrescentar à vida profissional do indivíduo, ou o indivíduo simplesmente não tem nada a acrescentar ao mercado de trabalho. E na minha opinião, as duas máximas são verdadeiras.
Feito isso, entra na jogada o "Grande Circo do Sistema Educacional Brasileño". A faculdade ensina o que o aluno não precisa aprender. O aluno faz um trabalho que não muda nada e a banca não se importa, desde que siga os padrões. O sistema pega a nota do aluno e diz: "SIM, você, garoto audaz, é um profissional altamente capacitado e pronto para o mercado de trabalho. Seu TCC será arquivado na biblioteca da instituição para que outros despreparados como você também possam continuar a infindável quantidade de trabalhos acadêmicos sem sentido e sem futuro. Agora vá. Seja livre. Voe como o vento e corra para procurar um emprego."
Só pra citar um pequeno exemplo do quanto isso é problemático, temos professores de história desinteressados, que apenas replicam aquela mesma coisa insípide que aprenderam na quarta série, de que foi realmente a princesa Izabel quem libertou os escravos, que Hitler era um sujeito muito mau e demoníaco e que Marechal Floriano foi um grande herói de guerra. E não se engane, grande profissional graduado, que só porque citei os professores de história, vai poder sair tirando sarro deles. Estes são apenas um exemplo simples, a ponta do iceberg, de toda a incapacidade profissional brasileira, em todas as áreas possíveis e imagináveis. Tão perigoso quanto um professor de história mediano, é um engenheiro sem conhecimento, um técnico que não sabe operar uma máquina e um médico que vai acabar na rede pública de saúde.
Os pais, idiotas, ficam cheios de pompa e orgulho, com a língua pulsando pra contar a alguém o quanto o seu pimpolho está bem na vida, exercendo um incrível ofício no qual é diplomado, ou até mesmo mestrado, mesmo que seja um trabalho medíocre, repetitivo e que qualquer macaco treinado também conseguiria fazer. E o que EU vejo e me enche de nojo e repulsa, é justamente esse despautério de que um diploma torna você alguém melhor. O diploma é uma porra de um papel que já teve seu valor, quando as instituições de ensino tinham qualidade, os professores tinham competência e os alunos não eram crianças assustadas com muito conhecimento sobre bosta nenhuma, e nenhum conhecimento sobre o que realmente importa: a vida.
Hoje, qualquer pusilânime entra em qualquer faculdade, estuda de qualquer jeito e sai com um diploma na mão. Ele não sabe o que fazer com aquilo, mas o papai sim, sabe como se gabar. As monografias e trabalhos de conclusão de curso são a melhor forma de se perder tempo mostrando como o sistema de educação brasileiro está na sujidade. Um TCC deveria ser uma amostra do que o aluno aprendeu durante os anos de curso que fez... mas preste bem atenção aos trabalhos e verá que: ou os alunos estão cada vez mais disparatados, ou as universidades estão cada vez mais merdosas, ou simplesmente as bancas são compostas justamente por um bando de outros imbecis diplomados e despreparados para a função.
Um Trabalho de Conclusão de Curso deveria ser algo ÚTIL. Deveria colocar em prática o que o aluno aprendeu, de modo a mostrá-lo os erros e dificuldades do mercado de trabalho em que está entrando. DEVERIA. Na prática, os TCC's são um ajuntamento bibliográfico baldado, no qual a banca, composta por pessoas que DEVERIAM ter alguma serventia, divertem-se em um prazer mórbido no único momento de suas vidas medíocres em que conseguem parecer mais importantes do que realmente são, e fixam-se apenas em ter certeza de que o aluno seguiu ao pé da letra as normas técnicas (que na verdade não passam de GUIAS para padronização, e não uma regra nazista imutável onde qualquer fuga é castigada com desconto de nota) e citou todas as fontes bibliográficas, apenas replicando, como um carimbo velho, um conhecimento tolo e desnecessário sobre algo que já se sabe.
Com base nesse sistema, as bancas limitam o aluno a ser um emburrecido que pode fazer QUALQUER porcaria, desde que cite todas as fontes bibliográficas de autores conhecidos (independentemente da ausência de inteligência destes) e siga ao pé da letra as normas técnicas especificadas. O aluno, por sua vez, faz exatamente o que se espera: é meão. Seus trabalhos são compostos por temas vazios, idéias ultrapassadas, assuntos desgastados e pesquisas inúteis que já foram feitas há anos sobre assunto que ninguém saber, ou trabalhos quase infantis, mostrando que ou a faculdade não tem nada a acrescentar à vida profissional do indivíduo, ou o indivíduo simplesmente não tem nada a acrescentar ao mercado de trabalho. E na minha opinião, as duas máximas são verdadeiras.
Feito isso, entra na jogada o "Grande Circo do Sistema Educacional Brasileño". A faculdade ensina o que o aluno não precisa aprender. O aluno faz um trabalho que não muda nada e a banca não se importa, desde que siga os padrões. O sistema pega a nota do aluno e diz: "SIM, você, garoto audaz, é um profissional altamente capacitado e pronto para o mercado de trabalho. Seu TCC será arquivado na biblioteca da instituição para que outros despreparados como você também possam continuar a infindável quantidade de trabalhos acadêmicos sem sentido e sem futuro. Agora vá. Seja livre. Voe como o vento e corra para procurar um emprego."
Só pra citar um pequeno exemplo do quanto isso é problemático, temos professores de história desinteressados, que apenas replicam aquela mesma coisa insípide que aprenderam na quarta série, de que foi realmente a princesa Izabel quem libertou os escravos, que Hitler era um sujeito muito mau e demoníaco e que Marechal Floriano foi um grande herói de guerra. E não se engane, grande profissional graduado, que só porque citei os professores de história, vai poder sair tirando sarro deles. Estes são apenas um exemplo simples, a ponta do iceberg, de toda a incapacidade profissional brasileira, em todas as áreas possíveis e imagináveis. Tão perigoso quanto um professor de história mediano, é um engenheiro sem conhecimento, um técnico que não sabe operar uma máquina e um médico que vai acabar na rede pública de saúde.
Cada país tem o presidente que merece... não precisa dizer mais nada.
2 intrometidos comentaram:
Verdade seja dita... Concordo! Talvez não ao pé da letra, mas com a grande maioria dos comentários. E sem querer me julgar melhor do que sou, posso me incluir em algumas dessas críticas... Hoje em dia as pessoas não costumam mais ser desafiadas pelos outros para desenvolverem seus intelectos, sua capacidade de pensar criticamente e de buscar algo de novo.
Fato!
Realmente, têm pessoas por aí que são tão incompetentes que, ou acharam seus diplomas no fundo de uma caixa de ceral, ou consiguiram elas na raspadinha.
Parece zoação o quanto que o nosso país ( e não deixa de ser o mundo) mudou nos ultimos, 50, 40 anos pra cá! Está, pratcamente em todos os aspectos 10x pior!
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